A própria banda que soltou a dica no Twitter.
A própria banda que soltou a dica no Twitter.
Aproveitando esse momento sugestões aqui no blog, fica mais uma dica aí. Que não é só minha.
O Weezer devia apostar na carreira de covers e desistir de tentar fazer trabalhos novos. Urgente.
Já tinha falado isso no twitter e é até um assunto meio batido, mas vale o registro.
Principalmente por ser uma ideia que surgiu coletivamente. Não deve ter uma pessoa que ao notar os montes de covers que eles fazem e os posts dedicados a eles em blogs por aí que não imagina essa situação perfeita (foi mal, não resisti).
Um presentinho do trabalhosujo que filmou toda a apresentação do Pixes em Las Vegas no dia 25.
Confere o resto no canal dele no Youtube. Para que SWU?
Repara no telão…
Minha próxima carta seria a Lilly Allen, mas enquanto escrevia o post recebi um twitt do @eduardoapm avisando que o @lucioribeiro tinha entrado, sem querer, no jogo.
Olha só o que ele postou:

Aproveitando a bagunça na mesa por conta do Lúcio, dei um google nela e de cara achei um trio de cartas bem diferentes. Poison, Simple Minds e Pink Floyd. Uma boa jogada.
Só faltou escutar um som dela, deixo pra depois.



Sua vez, Matias!
“Não há elegância alguma na adolescência, mas, por Deus, como eu queria aqueles anos de volta. Agora, tudo o que restou a nós, solitários e dispersos, são atitudes grosseiras e desencontros fugazes. Nada poderia ser mais triste.”
E agora o Daniel resolveu ler pensamentos. Escreveu exatamente o que eu sinto sobre as saudades dos dias de ensino médio e das velhas amizades que tinha por lá e que mal vejo agora. Leia o post todo do Daniel aqui! (ué, o post sumiu…)
Impresionante como as relações se desgatam tanto e não somos capazes de consertá-las. Ainda vou entender como pode existir constragimento onde havia tanta intimidade.
* O título do post veio de um verso de Hey do Pixies. Justamente uma banda que se odeia, mas pelo menos ainda se reúne. Dizem que é só pelo dinheiro, mas aposto que lá no fundo ainda existe um grande amor, um gostinho pelo prazer de estarem reunidos.
É como diz a Lana: “É tão gostoso quando tá todo mundo junto.”
ainda não terminei de ver o filme, mas só esse momento aí (uma pena que só encontrei o áudio) justifica quase todo ele. muito bom.