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Clipe novo do Emicida lançando ontem.

“Sorrisos e Lágrimas” é a bônus-track do Ep Doozicabraba e a Revolução Silenciosa. Ela não consta no encarte e não vem no download grátis. É o presente de quem leva o Cd original. 

E vou te falar que me pegaram nessa brincadeira. Só fui escutar ela na segunda vez que ouvi o disquinho. 

Assim como a faixa, o clipe também foi gravado na ida do Emicida para os Estados Unidos, a vez do Coachella. 

No blog do Emicida tem mais uns detalhe sobre a música e o clipe.

Já escutou esse papo do começo do mês com o Criolo no Trip Fm? Dá para escutar a conversa de mais ou menos 40 minutos no site do programa. Ainda rolam músicas do Gil Scott-Heron, do Mayer Hawthorne e do próprio Criolo.

Podia fazer um resumo com os destaques do que ele falou, mas o vídeo resolve esse detalhe:

Ontem teve o programa Ensaio com o Emicida na Cultura. O canal, sempre rápido, já deixou ele todinho no Youtube.

Acompanhando o rapper, além do sempre presente Dj Nyack, teve o Instituto. Ficou bacana.

Assista:

Legal ter visto o Rael em 2007 com o Criolo.

Gosto muito dessa parceria dele com o Emicida. É uma das melhores do EP novo do Emicida.

Semana passada entrevistei o Emicida e ganhei um like no Facebook da Ana Freitas. Fiquei muito contente com o fato. Ganhar um like desses vale muito.

Agora mais importante que isso foi dar uma passada no blog da Ana e ler sobre o porque ela gosta do som do Emicida. Foi um daqueles momentos em que você vê seus sentimentos traduzidos por outra pessoa de uma maneira exata. Algo raro e especial.

 ”Fazia um tempão que música não me fazia refletir, rir e chorar. Mal a pieguice, mas sério, rolou uma identificação – quer dizer, não sou acusada de ser vendida, não sei o que é sair do underground pro mainstream e ser a queridinha da mídia, nem faço ideia do que é ver vidro subir e alguém correr quando me avista. Mas as letras dele conversam comigo de um jeito que eu curto.”

Leia o post completo aqui.

E finalmente vou conferir um show do Emicida. É hoje.

Entrevistei o cara para o site onde faço estágio. Fica aí um trecho, confira o resto por lá.

Você faz parcerias com marcas. Como funcionam  esses trabalhos? Não teme cair na mera publicidade?

Faço. Não tenho gravadoras ou patrões. Sou dono de tudo que cerca minha obra, do que me cerca. Tenho parceiros e é isso que as marcas se tornam. Música custa caro, é muito caro fazer um bom disco, muito mesmo, tecnicamente falando. Boas ideias você pode ter, mas a finalização exige um trabalho profissional padrão que leva dinheiro.

Eu acredito que trabalho bem com essas marcas, Intel, Nike, Red Bull. Elas querem falar com as pessoas, eu falo com as pessoas, não há imposição de nada em termos de conteúdo ou postura, então não preciso temer o lance de virar publicidade. O dia que alguém disser um “a” sobre uma rima, eu mando se foder e saio andando.  Não disse não para as gravadoras para ficar batendo continência pros executivos do marketing. Criticas existem, mas onde elas não estão? Prefiro ver se é algo com que me identifico e acrescenta para mim do ponto de vista artístico e financeiro e fecho algo ou não.

Shows de Criolo e Emicida divididos pelo espaço de uma semana em Ribeirão. Quem diria, hein? Demais ver dois dos principais nomes deste ano por aqui. Oportunidade rara. Espero que muitos aproveitem.

O Emicida toca no Goa Lounge numa sexta, dia 9 de setembro. Os ingressos já estão à venda na Switch Skate Shop, que fica na Rua Marcondes Salgado, 619. R$ 25 homens e R$ 20 mulheres.

Já o Criolo toca no Sesc Ribeirão dia 15 de setembro, parte do projeto Mistura Boa. Preços, local e horário no site do Sesc.

Para esquentar o clipe do Emicida com participação especial do Criolo. Toma.

Que eu tenha reparado antes o Showlivre não postava shows na íntegra em seu canal do Youtube. Apenas vídeos com as faixas separadas.

Parece que estão inovando.

Semana passada achei esse do Emicida completinho e de uma vez só. Não dá pra ver em HD como nos separados ainda, mas já tá bem legal. É bem melhor de assistir. Não é preciso ficar caçando os vídeos e nem acabar vendo tudo fora de ordem - embora eles ofereçam listas de reprodução em seu canal.

Será a tendência de shows completos no Youtube chegando ao Brasil?

O Cultura Livre se transformou na minha diversão na volta da hora do almoço lá no estágio. O programa comandado pela Roberta Martinelli recebe hoje o Emicida, às 14h. Ouça.

E agora o blogdobracin pode ser encontrado em mais um lugar. Vou cuidar de uma coluna no site do meu grande parceiro Tiago Fuzz, o Groselha Fuzz.

A parceria surgiu depois que a nossa iniciativa em trazer o doc. do Foo Fighters para Ribeirão deu certo. Sempre quis trabalhar com o Tiago.
Se existe alguém que contribui para trazer boas coisas para cá é ele. E a dificuldade é grande. Ribeirão não é fácil. 

De cara falei do Emicida e do Grêmio Recreativo. Quarta-feira tem mais.

Cheguem lá, deem uma lida, um like. Agradecido.

É tanta coisa que às vezes perdemos o essencial. Há 3 dias o Emicida lançou faixa nova e não tinha visto nem sinal. Fui ler no Rock n’ Beats hoje.

A faixa faz parte do Ep “Doozicabraba e a Revolução Silenciosa”, produzido no EUA e que sai no final de julho. Lançada no soundcloud a música já tem mais de 11 mil plays e 2 mil downloads.

Emicida - Viva (Feat. Rael da Rima, Prod. by Beatnick & K-Salaam) by thecreatorsproject

Para entender tudo melhor vale ler a entrevista que o Emicida deu para o site do Creators Project, parceiro dele nesta produção.

Depois do peso e sucesso de Rua Augusta, Emicida aparece com um novo clipe. “Então Toma” é leve, engraçado, bonito e cheio de participações especiais. O papo nonsese com o Criolo no início do clipe é bem foda.

Repara:

Seria o “Sabotage” do rap nacional?

A mixtape que deixou Emicida conhecido se chama “Para Quem já Mordeu Cachorro Por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe” e veio de uma história real vivida pelo rapper. Ele realmente mordeu sua cachorra depois que ela comeu o único pedaço de pão que ele tinha numa tarde.

É a tal cachorra, Afrodite, que aparece nessa linda foto de familia que está na Trip desse mês. Nas Páginas Negras da revista ele conversou com o Pedro Alexandre Sanches. Comparada a uma entrevista de 2009 feita pelo Pedro com ele, a da Trip parece uma versão compacta, mas ainda sim trás coisas novas. Vale ler.

 

Direto da Época, que fez uma matéria colocando lado a lado o rap dos anos 90 e o atual. A idéia de por os dois momentos como opostos não deve ter agradado nenhum dos lados e concordo com isso.

Existe muito mais uma continuidade no trabalho do que uma suposta oposição, apesar das nítidas diferenças. Ao contrário do rock brasileiro, por exemplo, o rap nacional desde do anos 90 segue muito mais consistente.

Mas deixando de lado essa discussão repare no que o Emicda escuta. É o que eu penso, antes de formar uma banda é preciso escutar muito disco. Mais do que saber tocar algo. Presta atenção.