October 2011
79 posts
Uma t-girl interessante, não? As fotos são da sessão da Kat com Terry Richardson para a GQ de novembro.
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Peguei todas as fotos no tumblr do Terry.
Adoro a Kat. Pena que o seriado novo dela é bem sem graça.
Mais Abujamra declamando esse e outros trechos de poetas? Vai na página do Youtube da Cultura e pesquise pelo termo “poema”.
Dica do Jeff
Show gringo em Ribeirão. A boa banda The Blank Tapes se apresenta hoje na garagem do Crazy Miranda, em frente a praça Sete de Setembro, de graça. É daqui a pouco, às 18h.
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Não saca nada deles? Ainda dá tempo de correr no site oficial deles e escutar as músicas. Todos os discos estão liberados em streaming.

Ficou sabendo dessa? Vou te explicar.
Na última quarta-feira a imprensa nacional esqueceu o que é checagem e escreveu sem medo que o show do Foo Fighters no Brasil, dentro do Lollapalooza, estava confirmadíssimo. Quem dizia era a própria banda em sua página no Facebook.
Ok? Perfeito. O Face do Foo Fighters é muito confiável. Não tinha o que dar errado.
Porém quando fui dar uma olhada na agenda da banda, estranhei o anúncio estar na agenda do Face e não constar na agenda oficial do site deles. Qual seria a razão disso?
Era simples. Como todos nós, o Foo Fighters também usa aplicativos de terceiros em seu Face. A agenda deles, no caso, era fornecida pelo Song Kick, site que já é conhecido por ter enganado muita gente. Afinal, qualquer um pode criar o evento que quiser por lá.
Mas isso não resolvia a dúvida. A questão no momento era: será que o Foo Fighters sabe desse detalhe ou não? Tem alguém checando o que entra lá? Era uma questão jornalística descobrir isso.
A forma mais fácil? Criar um suposto show e ver o que acontece (ideia que a Ana e Iza, amigas do Rock n’ Beats,apoiaram). Para a missão app do Foo Fighters escolhi Ribeirão Preto, onde moro, e a imaginária banda do cara que trabalha aqui do meu lado, o Stênio. Me cadastrei no site e criei o evento em poucos minutos.
Enquanto isso o twitter esquentava com o assunto. O ótimo fan site nacional da banda já adiantava que a história era uma furada e que não havia nada confirmado. Até o vocalista do Incubus, banda que estava incluída no suposto line-up do Loolapaloza (que tinha até Strokes…), apareceu para explicar que aquilo não passava de um boato (embora ele curtiria muito se acontecesse).
Então alguém me avisa no twitter: “Confere a agenda do Foo Fighters AGORA”. Duas novas datas apareceram. Uma em Salvador e a minha em Ribeirão. E a data do Lollapalooza despareceu. Não restavam mais dúvidas, o Foo Fighters tinha mesmo uma brecha enorme em seu esquema de agenda para o Facebook.
Isso foi o tempo de todo mundo sacar a falha e começar a bagunçar a casa criando os festivais mais bizarros possíveis. Até datas que estão confirmadas de verdade, como da turnê americana com o Joy Formidable, ganharam acréscimos falsos (o melhor indicava que o Luan Santana abriria um show da turnê).
Nisso, a imprensa logo se pôs a corrigir o erro, mas sem muito alarde a mancada. Fiquei triste em ninguém citar o nosso feito. Poxa, amigos. Resolvemos essa por vocês e nenhum crédito? (Só depois vi que o Judão comentou o show em Ribeirão).
Resumo?
Por mais que pareça quase certo que o Foo Fighters venha mesmo, não foi dessa vez.
PS: O Foo Fighters retirou o aplicativo do seu Facebook ainda naquele dia.
Motivado pelo tchau do R.E.M, que tal lembrar outras canções que são um tchau discreto da banda para o público?
A primeira que vem a cabeça é óbvia.
Alguém lembra mais uma, aí? Vou atualizando o post conforme as dicas forem chegando (ou se eu lembrar de mais alguma).
Podia ser uma t-girl, mas é o clipe da música de despedida do R.E.M.
A bela “We All Go Back To Where We Belong” é o último single do R.E.M. A faixa estará na coletânea “Part Lies, Part Heart, Part Truth, Part Garbage 1982-2011”, que sai no dia 15 de novembro e marca o fim da banda. Gravada para fazer parte de um novo disco, que foi abortado, a canção funciona perfeitamente como uma mensagem de despedida. Uma despedida fina, discreta e triste.
Por mais que não lançassem algo extremamente relevante há anos, é um abanda que fará muita falta.
PS: O clipe tem uma outra versão com o poeta John Giorno.
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Tá com a sensação que o blog anda sempre um dia atrasado? Pois é, tá foda. Mas não desisto.
Quem não dança, toca violão.
A velocidade com que “Lonely Boy” se espalhou mostra as consequências do Black Keys ter feito o melhor disco do ano passado. Lançar mais um disco no finzinho de 2011 é uma tentativa séria de tentar o bicampeonato a qualquer custo. Tem boas chances de rolar.
Não vi uma pessoa ontem reclamando da nova música do Black Keys. Impressionante. Eu, que ia comentar que achei a faixa apenas ok, até fiquei com medo de levar uma vaia.
“Lonely Boy” é o primeiro single do álbum “El Camino”, que será lançado no dia 6 de dezembro. O clipe da faixa aposta em algo que sempre rende na internet. Pessoas dançando loucamente.
Como era de se esperar, já tem uma turma dançando a música no Youtube.
Sempre comento as coisas que o Ronald Rios faz. Tava devendo esse comentário sobre o Bolado em Campo. Tá aí.
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Já gostei mais de esporte. Era bem fanático até. Mais novo imaginava virar jornalista esportivo, narrar futebol e ser cronista. Uma boa saída para quem não sabe jogar bola. Foi por pouco que não segui nessa.
Hoje, a única maneira de prestar atenção melhor em assuntos esportivo é com o “Bolado em Campo”, programa da Alta Cúpula. Qual a razão? Além de contar com dois caras (Ronald Rios e Erik Gustavo) do qual assisto qualquer trampo, eles tem o trunfo de saber colocar o assunto de uma maneira que mesmo quem não gosta de esportes ainda possa ver o programa na boa.
E nem é a questão do programa ser engraçado ou não - tem vez que acho engraçado, tem vez que não. Estou falando mais do assunto que eles abordam, que não consigo acompanhar de outra forma. Usando um frase feita: não é o que se conta, mas como se conta. Não é algo fácil, não.
Queria ter essa manha por aqui, por exemplo.
No começo o programa falava só de futebol. Nesse quinto episódio pela primeira vez eles abordam outros esportes. Melhorou bem. Será que cola na televisão essa ideia? Assista:

Campeões em fazerem listas polêmicas, o NME não dá chance para mimimi dessa vez.
São os leitores que ajudam a votar na lista dos melhores discos últimos 15 anos, já que a revista está completando 15 anos.
Basta ir na página da votação e sair dando estrelas para cada disco, que vão aparecendo de forma randômica.
Só votei, obviamente, nos que escutei. Sem sacanear. Olha os 21 primeiros que o site me “ofereceu” e as minhas notas dadas. Fui bem generoso.
Mande nos comentários a sua listinha de notas também.
1- Oasis - Heathen Chemistry (2002) Your Rating: 7
2-MGMT - Oracular Spectacular (2008) Your Rating: 8
3-Queens Of The Stone Age - Songs For The Deaf (2002) Your Rating: 10
4-Wilco - Yankee Hotel Foxtrot (2002) Your Rating: 9
5-The Shins - Wincing The Night Away (2007) Yor Rating: 7
6-Johnny Cash - The Man Comes Around (2002) Your Rating: 10
7-Oasis - Standing On The Shoulder Of Giants (2000) Your Rating: 5
8-Sonic Youth - Rather Ripped (2006) Your Rating: 8
9-Mystery Jets – 21 (2008) Your Rating: 7
10-Queens Of The Stone Age - Rated R (2000) Your Rating: 8
11-Arctic Monkeys - Favourite Worst Nightmare (2007) Your Rating: 8
12-Vampire Weekend - Contra (2010) Your Rating: 7
13-Green Day – American Idiot (2004) Your Rating: 7
14-Arctic Monkeys - Whatever People Say I Am (…) (2006) Your Rating: 9
15-Red Hot Chili Peppers - By The Way (2002) Your Rating: 7
16-Arctic Monkeys - Humbug (2009) Your Rating: 8
17- Kings Of Leon - Youth And Young Manhood (2003) Your Rating: 8
18- The Killers - Hot Fuss (2004) Your Rating: 7
19-Franz Ferdinand – Franz Ferdinand (2004) Your Rating: 9
20-Outkast - Speakerboxxx / The Love Below (2003) Your Rating: 10
21-Beck - Sea Change (2002) Your Rating: 9
Tirando uma com o “clássico” “Filtro Solar”, texto de Mary Schmich com tradução e narração de Pedro Bial, a revista Super Interessante acertou em cheio neste seu primeiro curta. Seguindo a fórmula bem sucedida da revista de combinar ciência + curiosidades, o vídeo tem produção caprichada e bom texto.
E o principal: funciona perfeitamente para ser repassado (igual o vídeo que ele zoa). Se eu já tô repassando ele com um pouco de atraso, já que o vídeo é da semana passada, não se assuste se ele colar no seu e-mail daqui uns meses. Releve e ele lembre do ensinamento do Einstein, que está no vídeo: O tempo é relativo, adaptável e simultâneo.
Em todo caso, acho que você verá de novo.
E já que mencionei a resenha do Coldplay, vale assistir a entrevista que o Chris Martin deu ao Colbert esses dias. Até o cara mais crítico ao Chris vai gostar do papo. Boa parte por culpa do Colbert, que é um entrevistador genial. Afinal, não é qualquer um que termina uma entrevista mandando o entrevistado se foder.
A conversa menciona, entre outras coisas, o fato dele ser inglês e estar tirando o emprego de um americano, a história de ser alternativo vendendo tanto, a “influência” do Radiohead e Chris é bem sincero quanto a relação dele com o U2 (ele admite, fãs…).
The Colbert Report
Get More: Colbert Report Full Episodes,Political Humor & Satire Blog,Video Archive
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Semana passada fiz uma resenha de cara do disco novo do Coldplay para o Move That Jukebox que rendeu. E olha que nem falei tão mal do disco - que é mediano e melhora bem na segunda chace que você dá para ele. Lê lá e me fala.
Lembrando que foi uma resenha que saiu de cara. Escrevi enquanto escutava cada faixa (a atualização ia saindo ao vivo - faixa por faixa), ou seja, tá longe de ser uma resenha que mande uma palavra final sobre o álbum. É mais um guia para acompanhar enquanto se escuta o disco pela primeira vez.
Fora que é uma experiência legal de se fazer. Pode tentar fazer em casa.
Logo rola outra resenha desse tipo.