August 2010
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Beleza de versão acústica de “Watching The Wheels” que toca no finalzinho de “Funny People”. Ganha de goleada da versão original, com piano, bateria, vocal dobrado e outras coisas.
Essa não tá valendo. Vai só pela polêmica.
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Carlão vem com sua jogada de reposição.

Um gráfico para imortalizar a história do dia em que a mãe do @rcticvitor não quis me dar uma carona e foi bem sincera berrando “Não!!!” ao pedido feito pelo filho.
O fato acabou rendendo mil piadas (e até uma música) parecidas, sempre com o trágico final, a recusa seca e matadora. Por isso, “Lili, posso…” NÃO!
Inspirado nesse gráfico.
No Reading também rolou o último show do The Cribs. Explicando: a banda fará uma pausa de dois anos.
A banda dos irmãos Jarman, que contava nos dois últimos anos com a guitarra de ninguém menos que Johnny Marr, alega que a parada é para dar um tempo aos frenesi que foram os dois último anos, justamente após a entrada de Marr e o lançamento do seu disco mais bem sucedido comercialmente, “Ignore the Ignorants”. Eles voltam quando estiverem preparados para escrever novas músicas.
Na despedida sobrou para a guitarra de Ryan Jarman, atirada ao público.
resenha para o Bloody Pop
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Pense nos Strokes, mais de 10 anos de carreira, três albuns na conta e um quarto disco que parece que não sairá nunca. A imagem que eles passam é de uma banda cansada cedo demais. O !!! é exatamente o oposto . Também nova-iorquinos só que dois anos mais velhos, porém com o primeiro disco lançado no mesmo ano que o clássico “Is This It”, eles aparecem com um quarto álbum, “Strange Weather, Isn’t It?”, que tem pique de banda nova, inspirada e com vontade de compor o máximo possível.
Sem cansaço, o !!! fez um disco ideal para as pista de dança, para uma festa, cheio de músicas que não fariam feio na programação de rádios brasileiras que tocam, olha que belo termo para não falar outra coisa, pop dance. Repetido em todas as resenhas sobre a banda o tal “instrumental hipnótico” continua válido em ” Strange Weather, Isn’t It?”. É música recheada de infomação. Porém o !!! simplificou o formato, saem as longas faixas para algo mais compacto, mais próximo do pop, mas sem fazer concessões. Não há saidas fáceis e refrões propositalmente grudentos. Há um naturalidade nas composiçõés que é até estranha comparada a outros grupos que se encaixam também no perfil de dance punk. Aqui quando o refrão cola na cabeça não parece uma armação da banda, só uma prova da boa qualidade das canções.
Bateria e o baixo comandam a maioria do álbum e se destacam na boa abertura “AM/FM” e na sequência “The Most Certain Sure”, dona de um refrão marcante que logo você se pega cantando. Porém quem acaba mandando mesmo no disco são as guitarra de Mario Andreoni e Tyler Pope sempre colocadas de modo inteligente nas músicas. Quando ela não faz o riff central, marca os detalhes que completam cada música. Bastar notar como elas dobram brilhantemente na introdução da melhor faixa do disco “Steady As The Sidewalk Cracks” (dona de mais um refrão incrivel e de ótimos vocais, deve virar hit) ou são dedilhadas no refrão da excelente “Jamie My Intetions Are Bass”.
Se o som mudou um pouco, uma característica se mantém, os títulos bizarros. Nesse disco a vencedora é “Even Judas Give Jesus A Kiss”, outra candidata a hit. O ritmo do albúm só cai e pouco em “Hollow” e na genérica “Jump Back”. “The Hammer” fecha com um clima melancólico apesar da forte pulsação da bateria. A faixa ganha intensidade ficando chapadíssima no minuto final lembrando o tipo de música que fecha uma rave. Fim perfeito para o clima proposto pelo disco. Nem é preciso das faixas-bônus, “Blue” e “Made of Money”.
Fim de festa e um bom disco em mãos, uma aula de como ser manter firme mesmo com o passar dos anos, que pesam muito mais em bandas desse genêro. Afinal fazer música para dançar não é como escrever blues, quem fica velho e cansado por aqui parece perder pontos para os mais jovens. ”Strange Weather, Isn’t It” deixa a impressão que o !!! parece forte para suportar mais algumas noitadas.
[“Strange Weather, Isn’t It?”, !!!. 9 faixas produzidas pela própria banda. Lançado pela Warp Records em Agosto de 2010.]
Enquanto eu e a turma do Reading gostamos da volta do Libertines, vai que aparece um disco novo, a Lily Allen reclamou enquanto via o show pela TV.

Depois dessa nota no Bloody Pop, hora de conferir como foi o show do Libertines no Reading. No vídeo abaixo dá para ver o público pirado quando o show foi interrompido perto do final, em “Time For Heroes”. Segundo o NME não se sabe o motivo exato porque eles deixaram o palco. Um problema com a redução do volume, por conta da organização do festival, no som da banda, pode ter sido o motivo (nos comentários da Popload ainda tem um leitor que disse que a parada foi por conta que estavam fumando no palco, o que é proibido na Inglaterra).
Os vídeos estão aparecendo devagar no Youtube, vou atualizando novidades. Por enquanto só algumas estão com a ótima qualidade da transmissão da BBC. Veja:
Horror Show The Delaney Vertigo Last Post On The Bugle Tell The King Boys In The Band Music When The Lights Go Out What Katie Did What Became Of The Likely Lads Can’t Stand Me Now Death On The Stairs The Ha Ha Wall Don’t Look Back Into The Sun Time For Heroes The Good Old Days Radio America Up The Bracket What A Waster I Get Along
O próximo passo da banda é um mistério total. Não há shows marcados, nem sinal de disco novo, ou algo parecido.
“You Never Give Me Your Money”/”Carry That Weight”
não encontradas:”Maxwell’s Silver Hammer”, ”Oh! Darling”, ”Octopus’s Garden”, ”I Want You (She’s So Heavy)”, ”Here Comes the Sun”, ”Because”.
A jogada genial de Joaquin Phoenix e Casey Afleck já tem data para ser conferida, 10 de setembro.
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Não acredito que o filme faça sucesso apesar de torcer por isso. Uma piada levada as últimas e que incomodou muita gente parece que vai render um filmes dos mais engraçados. Incômodo para alguns, como Borat foi, por exemplo, isso pensando em outro filme com humor parecido e na mesma linha de falso documentário.
